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sábado, 16 de julho de 2011

Pensando com cores

"Deitada em meu quarto, abri meus segredos. Mas, como nunca antes, participei de uma guerra entre as cores e o papel que se fez num momento de pensamentos incolores e no ar.
Até que eu pude ver uma ponte que me levou lá onde eu descobri que ia te ver. E foi com um pincel que fiz uma viagem voltando entre os dias que você apareceu. Algumas linhas e cores foram surgindo entre momentos onde muita coisa era rara dentro de mim. E você se fazendo presente... 'Uma alegria no momento talvez, ou pra vida inteira, quem ousaria dizer!', pensei.
Em gestos como invadir o espaço do outro pra lágrima deixar de cair,mesmo não conhecendo o outro tão bem... Se construiu num leve rabiscar apagando o que lá tinha de lombadas e sinais fechados. Fez-me fazer do papel um caminho, das cores o brilho de cada momento. E antes de cair da ponte, descobrirei porque Deus não nos deu asas e nos deixou a pé. Se não, eu voava pra ai!
Acabou a noite. O brilho das estrelas são todos iguais, menos o sol que vai surgindo... Quantos pores-do-sol assistir 'junto' a nossos sorrisos!
Sabe, acho que não existo de fato.
Vim pelo vento, só 'brisiando'... Porque nunca vi como eu, ser tão assim, gostar de mim 'agora' e me esquecer no resto do tempo. Em abraços me desfaço! Nem sequer me conheço.
Tanta coisa que penso sentir, mas apenas vejo...
Mas, se estou para perto de ti deve ter um motivo maior.
Sua presença... Que seja pra viver tamanha beleza de Deus!
A tão pura amizade! Do sempre... Até a eternidade".

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