Não se intitule por palavras, use-as como mapa. Navegue. E faça o que você é, ser cada vez mais.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mas gosto, gosto das pessoas.

"Não sei como me defender dessa ternura que cresce escondida e, de repente, salta para fora de mim, querendo atingir todo mundo. (...) E eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim."

"Tudo aquilo que eu esquecia ou negava, soube vagamente em plena queda, era o que eu mais era."

"A vida não é apagável, pensei. Nem volta atrás. Ainda não construíram a máquina do tempo. Ninguém virá em meu socorro. Faz tanto tempo que invento meus próprios dias. Preciso começar por algum ponto." 
"Tô exausto de construir e demolir fantasias. Não quero me encantar por mais ninguém."


"Há pessoas que nascem para serem sós a vida inteira. Eu, por exemplo."


"(...) alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo."


Será que há uma grande vocação que justifique esse meu jeito?

Nenhum comentário:

Postar um comentário